por Sergio Santana
Nos embates que travamos ao longo da existência, sejam os que ocorrem no mundo íntimo ou em meio às relações com pessoas e eventos externos, enxergamos a esperança como companheira de luta, fornecendo-nos estímulos vitais para a nossa caminhada de ascese.
Sem esperança, no entanto, bloqueamos a capacidade de agir e permitimos que feneçam nossos mais caros projetos de vida, levando-nos a lamentáveis padrões de tristeza e amargura.
Sejamos, pois, esperançosos(as) e sigamos alimentando o melhor em nós. Trabalhemos persistentemente com o intuito de fazer sempre mais por nossos(as) irmãos(ãs) em humanidade e, por feliz e justa consequência, por nós próprios(as).
Texto produzido com base na palestra de Benjamin Teixeira de Aguiar, exibida em 5 de Maio de 2024.
Imagem: Pixabay
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Texto utilizado como referência:
“A exaustão de uma fase existencial pode, sim, haver-se apresentado às suas percepções. Todavia, o que se lhe afigura, tão só, a casa fria da morte indica, em verdade, a câmara tépida do renascimento, do espocar de um novo ciclo em seus caminhos, com oportunidades e acontecimentos, possibilidades e encontros benevolentes que, por ora, nem de longe pode você conceber!...”
Leia na íntegra: “Casa da desesperança, câmara do renascimento”
Benjamin Teixeira de Aguiar (médium)
Eugênia-Aspásia (Espírito)
em Nome de Maria Cristo
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Texto utilizado como referência:
“A exaustão de uma fase existencial pode, sim, haver-se apresentado às suas percepções. Todavia, o que se lhe afigura, tão só, a casa fria da morte indica, em verdade, a câmara tépida do renascimento, do espocar de um novo ciclo em seus caminhos, com oportunidades e acontecimentos, possibilidades e encontros benevolentes que, por ora, nem de longe pode você conceber!...”
Leia na íntegra: “Casa da desesperança, câmara do renascimento”
Benjamin Teixeira de Aguiar (médium)
Eugênia-Aspásia (Espírito)
em Nome de Maria Cristo

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