por Sergio Santana
O comportamento que adotamos em nossas escolhas de vida revela o que realmente vai em nosso íntimo, ainda que tentemos negar, para terceiros ou até para nós mesmos(as). Embora saibamos que a morte é um fenômeno inexorável da existência, agimos muitas vezes como se contássemos com a imortalidade física, tentando inutilmente barrar o processo natural de envelhecimento.
Assim, que nossas prioridades estejam voltadas para o que realmente importa: o espírito. Este sim imortal, trilhando caminhos repletos de experiências que ensinam e amadurecem, rumo a estágios progressivamente mais elevados de consciência.
Texto produzido com base na palestra de Benjamin Teixeira de Aguiar, exibida em 5 de Janeiro de 2025.
Imagem: Adobe Firefly
---------------------------------
Fonte de referência:
“A individualidade eterna atravessa longos períodos de experiência e, pela reiteração de atividades, desenvolve suas estruturas e espontaneamente se desapega de certos aspectos de si que lhe pareciam muito caros, quando não prioritários. E esse desapego, em nível profundo, nada tem a ver com sacrifício, mas com um natural desinteresse pelo que antes lhe inflamava a alma.”
Leia na íntegra: “O paradoxo da mortalidade, no contexto da imortalidade”
Benjamin Teixeira de Aguiar (médium)
Eugênia-Aspásia (Espírito)
em Nome de Maria Cristo

Nenhum comentário:
Postar um comentário